• Equipe João Campos

João está entre os 100 melhores colocados no Prêmio Congresso em Foco

Circulou nas redes sociais a divulgação do Ranking dos Políticos. Nele, João seria o número 465. Mas o ranking é feito de forma tendenciosa e induz a pessoa ao erro. Na realidade, neste ano, João esteve entre os indicados para disputar o Prêmio Congresso em Foco, um reconhecimento ao político que cumpre um bom mandato. Terminou a votação entre os 100 melhores colocados.





Veja a resposta de João sobre o Ranking dos Políticos:


Tendenciosa e, portanto, muito questionável a metodologia do site que faz um ranking dos políticos baseado principalmente nas votações dos parlamentares. Votei contra a Reforma da Previdência e perdi 50 pontos só por causa dessa votação, que leva em conta o que eles acreditam.


Por outro lado, se tivesse votado favorável a essa proposta, teria subido 70 posições no mesmo ranking. Isso acontece porque as votações são avaliadas do ponto de vista ideológico e por um conselho ligado aos donos do ranking, que têm uma visão de direita.


Eles apoiam reformas como a trabalhista e, inclusive, a previdenciária. Infelizmente, da maneira como são feitas, essas reformas não contribuem para reduzir a desigualdade social, que é o maior desafio a ser enfrentado.


Elas terminam por acentuar as diferenças e reduzir direitos e conquistas que custaram anos de luta e reivindicação. Num ranking desse, eu me orgulho de não pontuar porque o meu lado é o lado do povo.


Além disso, também vale esclarecer que, quando se deixa o critério subjetivo de lado, pontuo tão bem quanto deputados que estão melhor colocados. Chego a somar mais pontos ou me igualar em critérios como "presença nas sessões", "processos judiciais", "filiação partidária" etc. Basicamente, os pontos que eles retiraram foram em cima de questões ideológicas. Por pensar diferente deles, fui penalizado.


Por fim, chamou a atenção um certo descuido no somatório geral da pontuação. Tenho pontos que não foram somados (como a pontuação pela "formação universitária") e terminei vendo casos de deputados com pontos que não foram subtraídos (como ocorre com um parlamentar que mudou de sigla três vezes). Não abordei essas questões na minha publicação nas redes sociais porque esse ranking não me representa, mas percebe-se que há um descuido que altera posições no ranking.


*A resposta foi publicada no twitter (23 de julho) e também na imprensa.



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